Chubb lucra US$ 3,1 bi no 1o. semestre de 2022

A Chubb Limited (NYSE: CB) divulgou hoje o lucro líquido do trimestre encerrado em 30 de junho de 2022 de US$ 1,22 bilhão, ou US$ 2,86 por ação, e lucro operacional de US$ 1,79 bilhão, ou US$ 4,20 por ação. O lucro líquido no trimestre foi impactado negativamente pela realização de perdas de US$ 565 milhões após impostos, principalmente devido ao impacto da marcação a mercado de títulos privados e públicos e de vendas de títulos de renda fixa. O índice combinado de P&C foi de 84% comparado a 85,5% no ano anterior, e o índice combinado de P&C do ano atual excluindo perdas por catástrofe foi de 83,5% comparado a 85,4% no ano anterior.

Nos seis meses encerrados em 30 de junho de 2022, o lucro líquido foi de US$ 3,19 bilhões, ou US$ 7,46 por ação, e o lucro operacional foi de US$ 3,43 bilhões, ou US$ 8,01 por ação. O índice combinado de P&C foi de 84,2%, comparado a 88,6% no ano anterior, e o índice combinado de P&C do ano atual excluindo perdas por catástrofe foi de 83,5%, comparado a 85,3% do ano anterior.

Para os seis meses encerrados em 30 de junho de 2022 e 2021, as despesas fiscais (deduções) relacionadas à tabela acima foram de US$(1) milhão e zero, respectivamente, para despesas de integração da Cigna; US$(6) milhões e US$(8) milhões para amortização de ajuste de valor justo de ativos investidos adquiridos e dívida de longo prazo; US$(62) milhões e US$149 milhões, respectivamente, para ganhos e perdas realizados líquidos ajustados; e US$ 717 milhões e US$ 514 milhões, respectivamente, para lucro operacional.

Evan G. Greenberg, presidente e CEO da Chubb Limited, comentou: “Tivemos um trimestre excelente que reflete o forte momento em nossa empresa: lucros operacionais recordes, resultados de subscrição e em investimento e crescimento de receita de dois dígitos em dólares constantes. O lucro operacional por ação foi de US$ 4,20, um aumento de 16%; A receita de subscrição de P&C atingiu US$ 1,4 bilhão, um aumento de mais de 21%, com um índice combinado de 84%; e o lucro líquido ajustado do investimento foi de US$ 950 milhões – todos recordes.

“Os prêmios totais de P&C globalmente cresceram 11% em dólares constantes, com aumento de 12% nas linhas comerciais e de 8% na de produtos pessoais, embora o crescimento publicado tenha sido impactado pelos “ventos contrários” da força do dólar. As alterações dos preços de produtos de P&C comerciais permaneceram fortes e superaram tanto os atuais sinistros quanto os projetados para o futuro. Os prêmios comerciais aumentaram 12,5% na América do Norte, ou 8,7% excluindo agricultura, e 13% em nossas operações internacionais em dólares constantes. Do lado das linhas pessoais, nossas operações internacionais continuaram a ganhar impulso, com um crescimento constante do dólares de 11,6%, enquanto nosso negócio com foco em clientes com patrimônios elevados nos EUA cresceu 4,7% devido ao recorde de novos negócios e preços fortes.

“Estamos otimistas sobre as perspectivas futuras, enquanto permanecemos atentos ao mundo ao nosso redor. Estamos nos negócios de riscos. Nosso momento e poder de ganho são fortes, alavancados pelo crescimento de P&C comercial e pelos preços de seguros que permanecem muito bons; aumento da receita de investimento, devido a taxas crescentes e forte fluxo de caixa; acelerando o crescimento das linhas pessoais globalmente; e receitas e lucros da empresa de vida que se beneficiarão da adição dos negócios da Cigna na Ásia. Juntos, eles continuarão a impulsionar o forte crescimento dos resultados por ação.”

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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