A Mongeral Aegon, pioneira no setor de previdência brasileira, divulgou os números do balanço financeiro de 2015. No mesmo ano em que completou 180 anos, a companhia driblou o momento conturbado da economia e apresentou desempenho expressivo, com crescimento de 36% em novas vendas de coberturas de riscos, em especial no segmento Individuais. Segundo Sergio Mello, diretor financeiro da companhia, o lucro líquido também chama atenção. “Atingimos um patamar de R$ 32 milhões, 60% acima do observado em 2014, e como consequência dos resultados alcançados e da contínua capitalização, o patrimônio líquido fechou 2015 em R$ 272 milhões, além dos ativos totais terem atingido R$ 1,2 bilhão, crescendo 23%”, detalhou.
Os números mostram que, mesmo com a mudança na conjuntura econômica e os contratempos financeiros, o brasileiro não abriu mão de investir em seguros de vida e previdência privada. E não é de hoje. Nos últimos dez anos, a companhia apresentou crescimento de 652% das Receitas de Prêmios e Contribuições e de 970% das Provisões Técnicas líquidas de resseguro. Ainda sobre 2015, o capital segurado total pela empresa ultrapassou R$ 270 bilhões, com mais de 2,2 milhões de vidas seguradas. “Nesse período, foram pagos benefícios a mais de 12.700 pessoas, tendo sido apurados R$ 271 milhões em despesas com sinistros, ou seja, executamos bem o propósito da companhia, que é ajudar as pessoas a assumir a responsabilidade por seu futuro financeiro”, pontuou o diretor.
Chamam atenção, ainda, o crescimento de 27% das receitas de prêmios e contribuições e de 24% das chamadas provisões técnicas líquidas de resseguro, que representaram R$ 955 milhões e R$ 750 milhões, respectivamente, demonstrando o sucesso alcançado nas estratégias de expansão e solidificação das operações da companhia.
As despesas administrativas subiram 21%, abaixo do aumento das Receitas de Prêmios e Contribuições, e significativamente menor do que o número das vendas de coberturas de riscos. O crescimento contido das despesas; frente aos fortes investimentos em crescimento, qualidade de serviços, ampliação da rede de distribuição, infraestrutura, tecnologia e desenvolvimento de recursos humanos; é resultado da forte disciplina financeira da companhia e de mais de 140 ações de controle de custos executadas previamente em 2015. “Intensificaremos o controle de despesas e a busca por maior eficiência operacional em 2016 com o objetivo de reduzir ainda mais as despesas administrativas. Para isso, contamos com o novo e completo sistema operacional (eSIM), que substitui o anterior, em operação há mais de 20 anos, por meio de venda e serviços digitais, além de novas parcerias e sociedades, como a com o Bancoob/Sicoob e seus mais de 3,1 milhões de associados e 2,3 mil pontos de vendas”, concluiu o diretor financeiro Sergio Mello.