Lucro de seguradoras registra alta de 33% no primeiro trimestre de 2015

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O lucro líquido acumulado das companhias seguradoras, no primeiro trimestre de 2015, apresentou alta de 32% em relação ao mesmo período de 2014, saltando de R$ 4,3 bilhões para R$ 5,7 bilhões. Essa é uma das conclusões da edição de maio da “Carta de Conjuntura do Setor de Seguros”, publicação assinada pelo Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP) e que traz um mapeamento mensal do mercado de seguros. De acordo com o documento, a atual política de juros aliada aos ajustes nos custos das companhias explicam essa boa performance.

Essa edição traz a análise dos faturamentos dos ramos de capitalização, seguros elementares e de pessoas. O primeiro apresentou queda de 2% em dados acumulados até março de 2015. Esse desempenho, contudo, repete um comportamento verificado em outros ativos populares da economia como a caderneta de poupança, por exemplo, que tem registrado mais saques do que depósitos. A causa é a dificuldade da população em poupar nos mesmos níveis de anos anteriores.

O segundo teve variação inferior a 7%, nos três primeiros meses de 2015, mas a expectativa é que esses números apresentem melhora a partir do segundo semestre deste ano. Já no segmento de pessoas, a variação acumulada de receita foi de 10%.

Com base na manutenção da rentabilidade das seguradoras, a Carta de Conjuntura estima o que o setor repetirá ao longo de 2015 um crescimento no mesmo patamar do ano anterior, 10%. Para o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), Alexandre Camillo, essa perspectiva é um inquestionável indicativo da força da indústria do seguros. “Para confirmar tal projeção, empreender é a palavra de ordem. Os corretores de seguros têm consciência de sua responsabilidade e sabem que contam com o apoio do Sincor-SP, que permanece focado na criação e estímulo do ambiente estável para os negócios da categoria”.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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