Mercado potencial de seguro de vida e saúde no Brasil é de US$ 2,5 trilhões

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Se todos os brasileiros que precisam de proteção financeira para enfrentar a perda do chefe da família, ou doença grave ou incapacidade provocada por acidente, contratarem uma apólice de seguro, a soma desse investimento atingiria US$ 2,5 trilhões. Em evento da APTS com a Swiss, especialistas discutirão como conquistar esse mercado milionário.

Uma pesquisa da Swiss Re com consumidores brasileiros revelou um dado intrigante: 96% admitem precisar da proteção de um seguro de vida. Porém, 44% dos pesquisados no país não têm cobertura básica de vida e saúde e apenas 21% afirmam estar razoavelmente posicionados, com seguros adequados. Por que os brasileiros se sentem vulneráveis aos riscos de morte, doença e acidentes, mas não contratam seguro?

Esta questão será analisada por dois especialistas da Swiss Re no Debate Bom-Dia da APTS “A visão do consumidor sobre seguro de vida: como conquistar os milhões de brasileiros sem proteção”, que será realizado no dia 2 de abril, no auditório do Sindicato das Seguradoras de São Paulo (Sindseg-SP).

Durante o evento, Rolf Steiner, consultor Sênior de Vida & Saúde da Swiss Re, apresentará os dados da pesquisa recém-divulgada que investigou questões importantes, como “O que os consumidores brasileiros pensam do seguro de vida?” e, principalmente, “O que os motiva a comprar o seguro?”.

Ele também apresentará os canais de distribuição com maior perspectiva de crescimento, segundo a preferência dos pesquisados, e os produtos de maior interesse desse público. Também da Swiss Re, André Azevedo, diretor de Negócios de Vida e Saúde – Brasil e Cone Sul, trará informações importantes sobre a experiência e prática de outros países em produtos e soluções.

Segundo ele, a pesquisa indicou que há espaço no país para a comercialização de diversos produtos inéditos, como é o caso do “cuidados de longo prazo (long term care), e do seguro para doenças graves. Azevedo analisará, ainda, como adequar os produtos de riscos pessoais às necessidades e ao poder aquisitivo das populações menos favorecidas, cujo potencial de consumo é bastante alto.

Denise Bueno
Denise Buenohttp://www.sonhoseguro.com.br/
Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Valor 1000, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista do InfoMoney e do SindSeg-SP. Foi articulista da Revista Apólice. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalização entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil. Recebeu, por 12 vezes, o prêmio de melhor jornalista de seguro em concursos diversos do setor e da grande mídia.

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